Pretendidos e ensaiados desde a antiguidade, os métodos anticoncepcionais evoluíram com o progresso tecnológico e o crescimento demográfico. Modernamente, abrangem variado leque de alternativas, algumas muito seguras, mas todas com alguma desvantagem.
Os métodos anticoncepcionais ou contraceptivos destinam-se a evitar a gravidez. Variam desde o simples coito interrompido, por certo o mais antigo de todos os meios já utilizados, até as modernas pílulas anovulatórias (que inibem a ovulação) de reduzidos efeitos colaterais.
Na escolha do método os dados mais importantes a considerar são: a plena aceitação por parte do homem e da mulher; a eficiência; a facilidade de emprego; o grau de inocuidade (não exercer efeitos negativos sobre a saúde) e a reversibilidade (poder ser suspenso, em favor da gravidez, se esta passar a ser desejada). O emprego de métodos anticoncepcionais, que a rigor deveria ser uma opção puramente pessoal, está ligado a questões de caráter econômico, social e político, como controle da natalidade e planejamento familiar. São problemas que só se apresentaram a partir do final do século XVIII, pioneiramente apontados pelo economista inglês Thomas Robert Malthus. Naquela época, o crescimento populacional começava a se tornar maior que o crescimento dos meios de subsistência. Dali até meados do século XX, a ameaça foi praticamente debelada nos países desenvolvidos, cujas populações se estabilizaram ou diminuíram. Alguns passaram mesmo a estimular a concepção.
Nos países subdesenvolvidos, ao contrário, a tendência se manteve e se agravou, o que provocou a interferência do estado no controle da natalidade, por meio de campanhas, em alguns, até pela esterilização em massa das populações, em outros. Métodos femininos. Os meios anticoncepcionais próprios para a mulher podem ser classificados como naturais, mecânicos, químicos e cirúrgicos. Entre os considerados naturais o mais conhecido é o chamado Ogino-Knauss, ou da tabela. Baseia-se na determinação dos dias férteis do ciclo menstrual da mulher.
Se o casal prevê a data da próxima ovulação, que ocorre do oitavo ao vigésimo dia do ciclo, evita a gravidez abstendo-se de relações sexuais durante esse período.
Os 12 dias de abstinência constituem a desvantagem do método, que também é inadequado para mulheres de ciclo irregular. Outro método natural, o das temperaturas, consiste em determinar o período fértil por meio da temperatura do corpo, que sobe durante a ovulação. Esse método, que também implica abstinência, pode sofrer a interferência de doenças e febres. O terceiro método natural é o do muco, ou método Billings, baseado na observação da secreção vaginal, que aumenta durante o período de ovulação. Sua segurança e desvantagens são semelhantes às do método das temperaturas.
Os meios mecânicos são o diafragma e os vários tipos de DIU (dispositivo intra-uterino). O diafragma é um objeto arredondado de borracha, composto de um anel e película flexíveis, que a mulher coloca no fundo da vagina, sobre o colo do útero: com isso, ele bloqueia a entrada dos espermatozóides. Pode ser utilizado em combinação com um espermicida e tem como inconveniente à necessidade de previsão da relação sexual, pois deve ser colocado duas horas antes dela e retirado de seis a oito horas depois. O DIU é um dispositivo de plástico em forma de T, recoberto por um fio de cobre, que é implantado por um especialista dentro do útero. Em vez de impedir a fecundação, inibe o desenvolvimento do óvulo fecundado, pois altera as reações da mucosa uterina.
Tem como principais desvantagens o risco de expulsão espontânea, incrustação na parede uterina ou inflamação, além de provocar aumento do fluxo menstrual e exigir consultas médicas periódicas. Já no antigo Egito empregavam-se métodos químicos, como ungüentos de ação espermicida. Existem hoje diversas substâncias, comercializadas em cápsulas ou cremes, que devem ser aplicadas ao fundo da vagina imediatamente antes da relação sexual. Há também o tampão de esponja impregnada de um desses produtos.
A eficiência desses meios é variável e tende a aumentar pela associação com outro método, como o diafragma. As pílulas anticoncepcionais difundiram-se a partir da década de 1960, quando foram sintetizado esteróides de ação estrogênica ou progesterônica (os hormônios estrogênio e progesterona, produzidos pelo ovário, regulam a menstruação). Criaram-se assim as pílulas de inibição do processo ovulatório, tomadas durante vinte, 21 ou 22 dias do ciclo menstrual. A eficiência é praticamente absoluta. Os inconvenientes são as contra-indicações para mulheres diabéticas, hipertensas ou fumantes com mais de 35 anos, pelo risco de doença circulatória. A injeção trimestral de progesterona sintética tem maiores desvantagens, pois quase sempre acarreta aumento de peso.
O método cirúrgico para a mulher consiste na laqueadura ou ligação das trompas, pela qual o cirurgião obstrui o caminho que deve ser percorrido pelo óvulo a fim de ser fecundado. A inconveniência maior é a irreversibilidade, absoluta ou relativa, conforme a técnica adotada.
Métodos masculinos. O coito interrompido consiste na retirada do pênis do interior da vagina antes que ocorra a ejaculação. O método exige absoluto controle do parceiro e, se empregado continuamente, pode causar tensão e ansiedade.
O anticoncepcional masculino mais empregado é o preservativo (camisa-de-vênus ou camisinha), usado desde tempos remotos, quando era feito de membranas animais. O preservativo é prático, eficaz e higiênico, já que previne doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS. Algumas pessoas, no entanto, acham que o preservativo provoca diminuição da sensibilidade.
A vasectomia é uma cirurgia que obstrui os canais deferentes, por onde devem passar os espermatozóides a fim de serem eliminados pelo sêmen. A desvantagem do método consiste principalmente na irreversibilidade, já que não causa dano à saúde nem transtornos ao desempenho sexual masculino.
Sexo seguro
Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis. Esta segurança só poder ser atingida através do sexo monogâmico com parceiro(a) sabidamente sadio(a) ou quando o sexo é realizado sem o contacto ou troca de fluidos corpóreos como esperma, secreção vaginal, sangue e leite. A segunda situação é obtida através do uso da camisinha, camisa-de-vênus, condom (do latim condare, que significa “proteger”) ou preservativo.
A camisinha é um objeto de material elástico, derivado da borracha (látex), relativamente resistente que envolve os genitais masculinos (mais usado) ou femininos durante o coito, impedindo o já citado contacto entre os fluidos corpóreos das pessoas que estão praticando o relacionamento íntimo. Além da proteção contra as DST o preservativo constitui um método anticoncepcional seguro, quando usados adequadamente. O mercado diversificou muito a industrialização das camisinhas.
Hoje encontramos camisinhas texturizadas, com formatos especiais, coloridas, lubrificadas, com perfume, sabor, etc. Aqui está uma lista dos contraceptivos ou métodos anticoncepcionais existentes no momento:
- Pílulas anticoncepcionais: Contém hormônios que evitam a produção de óvulos. Não evita DST.
- DIU (dispositivo intra uterino): O DIU é composto por um objeto de plástico parecido com uma flecha. Ele possui um fio de cobre enrolado na parte inferior. (Veja foto mais abaixo). Evita a gravidez de duas formas, 1º o cobre tem função espermicida; 2º o DIU impede que o embrião se implante na camada do útero. Isto para alguns é considerado abortivo. Não protege contra DST.
- Abstinência: Não ter relação sexual.
- Coito interrompido: Retirar o pênis antes da ejaculação. Pouco seguro e não evita DST.
- Cremes espermicidas: Substâncias aplicadas na vagina que matam o espermatozóides, são pouco eficientes e geralmente são associados ao diafragma.
- Diafragma: Evita a passagem do espermatozóides para o útero. Geralmente associado com o creme espermicida e não evita DST.
- Camisinha (Masculina e feminina): Impede que o esperma seja depositado dentro do corpo feminino. Protege contra DST!
- Tabelinha: Evita ter relação sexual no dia da ovulação. Não evita DST.
- Vasectomia: Corte do vaso deferente e o amarro de suas pontas. Não evita DST. É definitivo!
- Laqueadura Tubária: Corta-se as pontas das tubas uterinas impedindo que os espermatozóides entrem em contato com o óvulo. Não evita DST É definitivo!
Camisinha Masculina 
É uma fina capa de látex, usada no pênis ou na vagina, onde os espermatozóides ficam retidos. Desenrolar a camisinha no pênis ereto, antes de qualquer contado com a vagina, anus ou boca. Deve ser retirada do pênis imediatamente após a ejaculação, segurando as bordas da camisinha para impedir que os espermatozóides escapem para a vagina. Escolha uma marca de confiança. Carregue-a sempre com você. É recomendável ter uma ou mais unidades de reserva.
Conserve-as protegidas do calor e utilize-as sempre dentro do prazo de validade. Abra delicadamente a embalagem, cuidando para que esta operação não a danifique. A colocação deverá ser feita com o pênis em ereção (duro). O prepúcio (pele) deverá estar tracionado e a glande (cabeça do pênis) exposta. Deixe um pequeno espaço na ponta da camisinha. Isto é importante e pode ser conseguido comprimindo -se a extremidade da camisinha entre o polegar e o indicador e mantendo-os assim enquanto a coloca. Encoste a camisinha enrolada na ponta da glande e desenrole-a até a base do pênis.
Se a camisinha não for lubrificada, utilize somente lubrificantes a base de água, os quais deverão ser aplicados sobre o pênis antes da colocação e/ou diretamente na camisinha depois de colocada. Após o uso retire a camisinha. Dê um nó na extremidade aberta e jogue-a no lixo. Camisinha é descartável, deve ser usada somente uma vez. No caso da camisinha romper-se ou sair durante o coito, despreze-a e coloque uma nova.
Camisinha Feminina 
Retirar da embalagem somente na hora do uso. Flexionar o anel de modo que possa ser introduzido na vagina. Com os dedos indicador e médio, empurrar o máximo que puder, de modo que fique sobrando um pouco para fora, o que deve permanecer assim durante a relação. Retirar logo após a ejaculação, rosqueando o anel para que não escorra o líquido seminal para dentro da vagina. Eficácia: se usada corretamente, sua eficácia é alta, varia de 82 a 97%. Vantagens: quase todas as pessoas podem usar; protege contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS; previne doenças do colo uterino; não faz mal a saúde; fácil acesso. Desvantagens: tem custo; é preciso usar uma camisinha a cada relação. Efeitos colaterais: alergia ou irritação, que pode ser reduzida trocando a marca e tipo e com uso de lubrificantes à base de água. A camisinha feminina é um método novo no Brasil e pode ser encontrada nas principais redes de drogarias. Tem todas as vantagens da camisinha masculina. Deve ser usada pela mulher antes da relação e retirada logo após.
Pílula - Tipo hormonal 
A pílula contém hormônios que evitam a liberação do óvulo. O médico é quem orienta qual pílula deve ser usada. No caso da pílula combinada, o primeiro comprimido é tomado no primeiro dia da menstruação, ou seja, quando começar o sangramento você toma uma pílula, depois uma a cada dia no mesmo horário, até terminar a cartela. Esperar uma semana e iniciar a cartela seguinte no oitavo dia. A menstruação virá nesse período de intervalo. Eficácia é alta, se usada corretamente. Varia de 97 a 99,9%. Vantagens: pode ser a redução dos problemas menstruais; não interfere na relação sexual, protege contra algumas doenças ginecológicas inclusive alguns tipos de câncer. Desvantagens: é preciso disciplina e constância; pode produzir efeitos colaterais como, náuseas, mal estar gástrico, mudança de peso, dor de cabeça, tontura, diminuição das menstruações, acne, dor mamária, sangramento entre as menstruações, alterações emocionais. A pílula anticoncepcional é um dos melhores métodos para se evitar uma gravidez indesejada. Existem diversos tipos de pílula porque existem diversos tipos de mulheres. Seu médico é a melhor pessoa para decidir que tipo você deve tomar. Existem outras indicações médicas para a pílula tais como endometriose, ovários policísticos, tensão pré-menstrual e cólica menstrual. A pílula funciona através da ingestão diária de uma pequena quantidade dos hormônios que são produzidos nos ovários. Esta ingestão diária de hormônios, iguais aos que você normalmente tem, acaba enganando o sistema de regulação do seu organismo que imagina estar você grávida. Com isto é inibida a ovulação. Os óvulos não são mais liberados pelos ovários e você não engravida. Ao final de uma cartela a parada da ingestão dos hormônios causa uma menstruação (para saber mais sobre hormônios, ovulação, comando central e menstruação e exame ginecológico clique nas palavras ). Em maio de 1999 foi lançada a pílula vaginal para as mulheres que enjoam muito com o anticoncepcional oral. Trata-se de uma descoberta do médico brasileiro Elsimar Coutinho. Em março de 2001 foi lançada a pílula sem estrogênio, uma nova revolução na anticoncepção hormonal.
Pílula do dia seguinte - Tipo hormonal 
Essa é à saída de emergência para mulheres que tiveram relação sexual sem usar algum tipo de método contraceptivo e não querem ficar grávidas. Felizmente esse método evita que a mulher fique ansiosa esperando a próxima menstruação aparecer. Modo de usar: a pílula do dia seguinte, que na verdade são duas, uma você toma assim que puder após a relação e a outra no dia seguinte. De 2 a 5 dias após tomar essas pílulas, você deverá menstruar, (isso para a grande maioria das mulheres, porém, em alguns casos o sangramento poderá vir em até 10 dias); o que significa que você não ficou grávida. Essa pílula pode ser tomada até 72 horas depois da relação. Porém quanto maior o tempo, menor será sua eficácia. A pílula do dia seguinte só deverá ser usada em casos especiais, como um “acidente” por exemplo. Você não deve fazer o uso constante da pílula do dia seguinte devido ao alto teor de hormônio que ela possui, nem deve substituir o uso da pílula anticoncepcional que seu médico indicou pela do dia seguinte. Observações: podem aparecer efeitos colaterais: Náuseas (temporária, cerca de 1 dia); vômitos. Se não apresentar menstruação dentro de 14 dias, procure o serviço médico para avaliar possível gravidez.
Injeção anticoncepcional
Apesar da figura mostrar uma injeção no braço, as injeções anticoncepcionais devem ser injetadas na região glútea, ou nádegas. Deve ser usada uma agulha 30 x 8 e a injeção deve ser profunda. Não massagear o local da injeção. Existem três tipos de anticoncepcionais injetáveis: Uno-Ciclo e Perlutan, Mesigyna e Cyclofemina, e Depo-Provera 150. Para o Uno-Ciclo e Perlutan a injeção deve ser feita no 8º dia da menstruação. Sempre considerar o início da menstruação como o primeiro dia. Para a Mesigyna e Cyclofemina, a primeira injeção deve ser feita no 1º dia da menstruação e dai em diante a cada 30 dias. Para a Depo-Provera 150 ou Tricilon a data ideal é o mais próximo possível da menstruação e dai em diante a cada três meses. Para Uno-Ciclo, Perlutan, Mesigyna e Cyclofemina as vantagens e desvantagens são as mesmas da pílula anticoncepcional. Para a Depo-Provera 150 existe a vantagem de ser aplicada a cada 3 meses, mas a desvantagem de provocar ausência de menstruação e a fertilidade demorar um pouco para voltar. As principais indicações das injeções são para as mulheres que esquecem a pílula, que não podem tomar a pílula via oral, e para as mulheres que tem de esconder o anticoncepcional. Somente o seu médico pode receitar injeções anticoncepcionais para você.
DIU 
O DIU ou Dispositivo Intra Uterino é uma pequena peça de plástico recoberta com cobre que é colocado dentro do útero. O Diu é tão eficiente quanto à pílula e é uma boa escolha para aquelas mulheres que já tem filhos e que desejam espaçar a próxima gravidez por mais de dois anos, ou para aquelas que tem dúvidas sobre uma solução definitiva. O Diu mais moderno dura de 5 a 10 anos no organismo da mulher. São colocados dentro do útero pelo médico e é necessário que a mulher faça controle periódico do Diu. Nem sempre mulheres que não tiveram filhos se adaptam bem ao Diu. Os DIUs atualmente usados são à base de fios de cobre que destroem os espermatozóides dentro do útero não permitindo, portanto a fecundação.
Vasectomia
A vasectomia é a ligadura dos canais deferentes no homem. É uma pequena cirurgia feita com anestesia local em cima do escroto ( saco ). Não precisa de internação. É uma cirurgia de esterilização voluntária definitiva e, por isto, o homem tem de ter certeza absoluta que nunca mais poderá ter filhos.
Ligadura
A ligadura de trompas é realizada nas mulheres que nunca mais querem filhos. Pode ser feita de várias maneiras, mas sempre exige internação e anestesia geral ou regional. É uma cirurgia de esterilização voluntária definitiva e, por isto, a mulher tem de ter certeza absoluta que nunca mais poderá ter filhos.
Diafragma 
Diafragma é um pequeno anel de metal recoberto por uma película de borracha ou silicone que é colocado pela mulher dentro da vagina antes da relação e retirado 12 horas após. Ele impede que os espermatozóides entrem no útero.
Uma das vantagens do diafragma é sua discreção. Só você sabe que está usando. Inicialmente o tamanho do diafragma deve ser medido por um médico. A duração do diafragma é muito grande, bastando cuidados de conservação. Para ser eficiente ele tem de ser usado junto com um creme espermaticida.
Espermicida 
Espermaticidas são cremes, supositórios, sprays, que colocados dentro da vagina antes da relação matam os espermatozóides. Não são muito divulgados no Brasil, são de difícil acesso, e são menos seguros que a camisinha.
Método do Muco
O método do muco cervical consiste na mulher observar a saída de muco, como um catarro, de dentro da vagina. Logo após a menstruação a vagina fica bem seca. Durante o ciclo menstrual as glândulas do colo do útero começam a secretar o muco.
A mulher pode observar este muco e verificar sua elasticidade. Após esta observação a regra é evitar as relações no período que existe este muco e 3 dias após ele sumir completamente. Por ser um método pouco eficiente ele não é recomendado para mulheres que não tem um parceiro fixo, ou para aquelas que não querem engravidar de maneira alguma. Pouco Eficiente.
Tabelinha
Tabelinha é um método baseado em cálculos sobre a possibilidade da mulher engravidar em épocas diferentes do Ciclo Menstrual. Teoricamente a mulher é fértil no meio do seu ciclo. Ou seja, nos ciclos mais comuns de 28 a 30 dias a fertilidade máxima seria entre o 13º 14º e 15º dia, contando o primeiro dia da menstruação como dia 1º. Mas isto é válido para quem quer engravidar e não para quem quer evitar. Uma regra fácil e uma tabelinha que tem chance de dar certo é a seguinte.
Anote num calendário o primeiro dia da menstruação. Marque em azul os dias que você pode ter relações: entre o 1º dia e 9º dia da menstruação. Lembre-se conte sempre a partir do 1º dia da menstruação. Marque em vermelho os dias em que você não pode ter relações: do 10º ao 19º. Nestes dias você pode usar uma camisinha masculina ou feminina. Do 20º até a próxima menstruação, pode ficar despreocupada novamente, marque em azul. Lembre-se. Não confie na memória. Marque o primeiro dia da menstruação num calendário. Nunca conte do último dia da menstruação. Isto não tem nenhum valor.
Dia começa à meia-noite, certo? Se mudar o dia e você entrar no vermelho use a camisinha. Apesar de ser muito raro há casos de mulheres que engravidaram em qualquer época do ciclo, até mesmo na menstruação. Tabelinha é extremamente perigoso em adolescentes, pois seu ciclo pode sofrer variações muito grandes de mês a mês. Pouco Eficiente.
Coito Interrompido
Coito interrompido, ou ” tirar fora “, é quando o homem, segundos antes da ejaculação, retira o pênis e ejacula fora da vagina. Método muito pouco eficiente, pois as secreções do pênis na fase de excitação podem conter espermatozóides vivos. E também porque é muito difícil conter a ejaculação.
Para evitar a sensação de ejaculação os homens costumam pensar em coisas estranhas tal como um trem em alta velocidade se dirigindo para o casal ou contar de 2001 para trás… Pouco Eficiente.
Pílula do dia seguinte
Pouco Eficiente. Anticoncepção de emergência é a administração de medicamentos até 72 horas após a relação desprotegida ou acidental visando evitar a gravidez. Também é chamada de pílula do dia seguinte. Dentro de suas características só deve ser usada em caso de emergência e não como método anticoncepcional de rotina.
Nem sempre surte resultados e pode ter efeitos colaterais intensos. Usada até 24 horas da relação tem um índice de falha de 5 %. Entre 25 e 48 horas o índice de falha aumenta para 15 % e entre 49 e 72 horas o índice chega a 42 % de falhas. Isto significa dizer que deve ser usada tão logo seja possível após a relação desprotegida.
Controle Hormonal
Deve sempre ser receitada por médico ginecologista e não pode ser usada de maneira habitual. Ou seja, é de emergência. Em caso de necessidade você deve procurar um serviço de ginecologia ou seu médico pessoal urgente.
Os processos reprodutivos na espécie humana como nos outros vertebrados, estão sob controle hormonal. São os hormônios que induzem a formação dos gametas e promovem o impulso sexual.
No caso especial dos mamíferos placentários, o desenvolvimento embrionário ocorre no interior do organismo materno. Disso decorre, por conseguinte, um conjunto de modificações no organismo para garantir a sobrevivência do embrião durante a gravidez. Grande parte dessas modificações no organismo feminino, em preparação para a gravidez, está também sob controle hormonal.
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Tomei a pílula de emergência na segunda de noite e 12 horas depois (na terça pela manhã) tomei a outra… no sábado tive relações com meu namorado sem camisinha e no domingo tive o sangramento já esperado por causa da pílula…. gostaria de saber se preciso tomar outra pílula, já que NÃO me protegi no sábado (4 dias após o uso da ultima pílula) e no domingo tive o sangramento??? Se eu não tomar a pílula novamente posso engravidar???
Aguardo resposta… é urgente!!!
desde já, obrigada!
Olá Anonimo, rs
Está tudo bem, você não está grávida. Já que tomou dentro das 12 horas, as chances de engravidar ficam no máximo em 5%, e a menstruação, ocorreu no prazo correto, o que significa que você não ficou grávida.
Não recomendamos tomar novamente a pírula, devido ao alto teor de hormônio que ela possui.
OBS1: Detalhe, isso não dispensa o uso da camisinha, visto que a mesma evita a contaminação por DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis).
OBS2: Aconselhamos sempre a conversar com o ginecologista.
Tome cuidado da próxima vez mocinha.
Equipe Sexualidade.
Como a laqueadura tubária evita a gravidez?
Em que consiste a vasectomia? Por que ela impede a gravidez?
Olá Katie, (Boa Pergunta sobre métodos definitivos)
Então vamos ser mais específicos, A laqueadura tubária, também conhecida como ligadura de trompas, consiste em um procedimento cirúrgico de esterilização definitiva que secciona as tubas que unem o útero aos ovários, de modo a impossibilitar que os óvulos liberados por estes sejam fecundados pelos espermatozóides e se aninhem na cavidade uterina.
O procedimento cirúrgico consiste em obstruir as tubas uterinas para impedir que o óvulo encontre os espermatozóides. Esta obstrução é feita por meio de diferentes métodos, sendo os mais comuns: técnica de Pomeroy, técnica de Uchida, anel de Yoon, eletrocoagulação bipolar e clipes de Filshie e de Hulka-Clemens.
Já a Vasectomia é um procedimento cirúrgico de esterilização simples, seguro e rápido (dura cerca de vinte minutinhos) no qual são seccionados os ductos deferentes de modo a impedir que os espermatozóides produzidos nos testículos passem para a uretra e sejam expelidos na ejaculação (a ausência de espermatozóides no sêmen torna impossível a fertilização do óvulo, “resumindo, impossível ter filhotinhos depois”).
**Nos dois procedimentos, o índice de eficácia é de 99%, e eles não interferem nas relaxões sexuais. É importante frizar que os dois métodos são voltados para quem está totalmente certo de que não pretende mais ter filhos, pois dificilmente podem-se reverter estes métodos.
OBS1: Para Homens, aconselha-se congelar o esperma antes da vasectomia para posterior reprodução, porém se prepare, pois não é tão barato e ainda por cima, não é feito em todas as cidades.
OBS2: Novamente afirmamos estes métodos não dispensam o uso da camisinha, visto que a mesma evita o HIV e a contaminação por DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis).
OBS3: Aconselhamos sempre a conversar com o seu médico antes de qualquer decisão.
Equipe Sexualidade.
Olá! estava tomando o anticoncepcional normalmente, mas fique doente, uma dor insuportável nas costa , no lado direito e alguns sintomas como cólicas, fui ao médico e ele disse que provávelmente era calculo renal.Como toda vez que eu urinava no final da urina sentia dor, fiz exame de urina deu infecção leve, fiz o tratamento e junto tomei buscopam composto e spidofen para aliviar a dor.fiquei boa da dor nas costas quase 2 semanas depois e melhorei quanto a infecção urinária.Mas a minha menstruação começou a dar sinal de vida, estava vindo um pouco, depois de 2 dias ela veio mais e com um pouco de cólica( quando a minha menstruação veio , não tomei mais o anticoncepcional) e agora o deve fazer?
quando devo recomeçar a tomar o remédio ?
Espero resposta !
se der mande p/ meu e-mail també,!
obrigada!
acho que é melhor falar com seu Médico.